Calcinha Preta não hypou, você que chegou atrasado
Recentemente, o Calcinha Preta entrou no radar de um público moderninho, que não costumava ouvi-lo. Mas a banda sergipana, que está celebrando 30 anos, é um grande sucesso em outros circuitos há mais tempo: entre os anos 1990 e 2000, se consolidou como um dos maiores nomes do forró eletrônico. Em artigo para o Ismo, Thaiz Alvarenga refletiu sobre o tempo que demorou para o público urbano notar a banda e sobre a régua moral que costuma ser usada para tratar esse gênero.
Integrante dos Beastie Boys volta ao microfone com uma ajuda especial
Catorze anos após a morte de Adam Yauch (MCA), Mike D voltará a lançar músicas inéditas. Segundo reportagem do The New York Times, o integrante dos Beastie Boys lançará em 28 de agosto o álbum solo Thank You, seu primeiro trabalho desde o fim da banda. D contou que levou anos para voltar a criar após a perda do amigo e que o apoio dos filhos foi decisivo para o retorno ao estúdio. [Em inglês]
Paulete Lindacelva cruza a América originária e o Egito Antigo em EP de eletrônica ancestral
Paulete Lindacelva estava incomodada com o óbvio na música eletrônica, que esvazia a cultura das pistas de dança. Sua resposta a isso foi o EP Filha de Abya Yala Herdeira de Kemet, que mistura cumbia, reggae e shaabi e amarra a ancestralidade na batida eletrônica, cruzando América originária com o Egito antigo numa mesma narrativa. Em conversa com o site deepbeep, a artista recifense falou sobre sua pesquisa sonora para esse trabalho. |