Aurora

Budismo high-tech 👩‍💻, mulheres no rap 🎤 e museu subaquático ⚓

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11 de maio de 2026

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Como as mulheres no rap mudam o retrato da periferia com ponto de vista feminino 🔒


O papel das mulheres no hip-hop passou por uma grande transformação nos últimos anos. Antes, elas eram coadjuvantes, frequentemente desrespeitadas e hipersexualizadas. 


No Brasil, hoje, artistas como Ajulliacosta, Ebony, Duquesa, Tasha & Tracie e NandaTsunami ampliaram seu alcance, acumulam milhões de ouvintes mensais e forte circulação nas redes, e disputam a visão do cotidiano periférico e da sexualidade. Quem abriu espaço para a cena, entre os anos 1980 e 1990, foram artistas como Sharylaine, Dina Di e Negra Li. 


A reportagem de Nadine Nascimento para a Ilustrada conversou com as rappers da nova geração sobre suas letras e a cena atual. As artistas contaram como buscam expor o preconceito sobre os temas recorrentes do rap quando abordados por mulheres. Também contaram como retratam essa visão feminina buscando falar coisas que gostariam de ter ouvido.

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Michel Laub faz livro autobiográfico sóbrio sobre cocaína e crise dos 50 🔒


Em seu novo livro, Verão na névoa (Companhia das Letras), Michel Laub constrói um “ensaio nuançado, empático sem ser indulgente, sobre as fragilidades de um homem hétero, cis, branco et cetera”, como definiu Rafael Cariello, na Folha de S.Paulo. A obra acompanha o mergulho do autor no uso da cocaína e transforma essa experiência em uma reflexão sobre envelhecimento, memória e autodestruição.


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Adélio Sarro comenta sobre a criação do primeiro museu subaquático do Brasil


Na página da Galeria Um Lugar ao Sol, o artista Adélio Sarro comentou a criação do primeiro museu subaquático do Brasil. Ele aceitou o desafio, a convite do governo, de criar 15 esculturas inspiradas no cotidiano e na vida ligada ao mar, que foram submersas na Praia do Guaiúba, no Guarujá (SP). O projeto envolveu uma intensa pesquisa de materiais, buscando resistência, durabilidade e menos impacto ambiental. 

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Pedro Novaes muda de visual para viver Alexandre em remake da novela A viagem

O ator Pedro Novaes começou uma transformação para interpretar Alexandre no remake de A viagem. Nas redes sociais, o artista compartilhou uma série de fotos exibindo os cabelos platinados e mais curtos, como o visual exibido por Guilherme Fontes na versão de 1994. A produção que começa será um filme, no qual seu personagem, após praticar um crime, comete suicídio na cadeia e retorna como um espírito obsessor para se vingar de todos que considera culpados por sua desgraça.

A relação do filme Sirāt com o sufismo e a cabala


O filme Sirāt foi indicado este ano a diversos prêmios, inclusive ao Oscar de Melhor Filme Internacional, com a história de um pai buscando por sua filha em meio a raves no deserto do Saara. Para Paula Carvalho, na newsletter Paulatinamente, trata-se de um filme místico, porque é um grande símbolo para falar de verdades que são mais que cruéis. Ela contou que precisou dar uma chance para o filme além de sua impressão inicial de orientalismo. Explicou conceitos relacionados ao título e citou algumas entrevistas com o diretor Oliver Laxe, nas quais ele fala de suas escolhas pelo deserto e pelas raves como símbolos.

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O Ozempic da indústria musical


Sebastián Piracés, conhecido por seu trabalho com a banda Francisco El Hombre, tem se dedicado a projetos solo, incluindo uma pesquisa acadêmica sobre o impacto da IA e das plataformas digitais na música indapendente. Em tempos de pasteurização da música, ele tem visto cada vez mais beleza em "erros" como sons estranhos e vozes desafinadas. Em conversa com Pedro Alexandre Sanches, do Farofafá, Piracés explicou sua visão sobre o futuro da música com a inteligência artificial. Ele é um dos poucos artistas que se dedicam a falar atualmente desse assunto complexo e comentou que o Suno (uma plataforma dedicada a compor músicas automaticamente) é como Ozempic: está todo mundo usando mas ninguém quer falar a respeito.


Robô humanoide é ordenado monge budista


Um robô humanoide prometeu se dedicar ao budismo durante a cerimônia em que foi ordenado monge, na Coreia do Sul. O robô recebeu o nome Gabi, que deriva da palavra coreana para "piedade". Trata-se de um Unitree G1, que é capaz de agir de maneira autônoma, mas não se sabe se ele estava sendo operado por humanos durante sua ordenação. [Em inglês]

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Seu Jorge detalha jornada de 16 anos até novo álbum


No último fim de semana, chegou às plataformas digitais The Other Side, novo álbum de Seu Jorge produzido ao longo de 16 anos. O trabalho revela um profundo reflexo de maturidade, misturando paciência e essência para mostrar o que é precioso, mas sem preciosismo. As 11 faixas afastam o artista do samba tradicional e flertam com o jazz, com a música sinfônica e com a bossa nova. Seu Jorge conversou com a Billboard Brasil sobre o processo sem pressões que moldou o disco, as transformações do mundo e o desapego das travas que o limitavam.


Música com Anitta é a quinta mais ouvida na Itália e marca segundo hit dela no país


Uma música com Anitta é a quinta mais ouvida da Itália. Trata-se de "La testa gira", colaboração com os italianos Fred de Palma e Emis Killa. Com pegada latina, a música é um merengue com refrão acelerado, feito para dançar, que fala sobre uma noite de festa. A cantora já esteve no top 5 das paradas italianas com outra colaboração com Fred de Palma: "Paloma", em 2020. Assim como "Paloma", o novo hit é uma aposta para o verão no país.


Bruce Dickinson responde por que o Brasil ama Iron Maiden


O Brasil foi um dos temas retratados no novo documentário Iron Maiden: Burning Ambition, que chegou aos cinemas na última semana. A produção falou de três apresentações da banda no país e chegou a entrevistar dois fãs brasileiros. Em entrevista à Rolling Stone Brasil, o vocalista Bruce Dickinson explicou por que o público daqui ama tanto a banda: ele atribui isso à juventude e à energia dos brasileiros, que é uma combinação perfeita para seu tipo de música.

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ARTISTA DO DIA

O paulistano Matheus Nachtergaele é um dos maiores atores brasileiros de sua geração. Já recebeu diversos prêmios, como APCA, Grande Otelo e Guarani. Sua notável atuação como João Grilo na minissérie e filme O Auto da Compadecida lhe rendeu o prêmio de Melhor Ator no Grande Prêmio Cinema Brasil. Seu primeiro longa como diretor, A festa da menina morta, foi selecionado para a mostra Un Certain Regard no festival de Cannes e recebeu cinco troféus no Festival de Gramado, incluindo o prêmio da crítica.