Aurora

Brasil hardcore 🎧, Freud no rap 🎤 e IA superinteligente do futuro 🤖

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8 de maio de 2026

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Crise geopolítica ameaça os Leões de Ouro da Bienal de Veneza 2026


A 61ª Bienal de Veneza está passando por uma crise geopolítica. O júri do Leão de Ouro decidiu excluir da disputa dois países cujos líderes são investigados por crimes de guerra: Rússia e Israel. A medida levantou um debate sobre a dificuldade de separar a produção artística das estruturas estatais que sustentam os pavilhões nacionais do evento.


O critério político do júri, porém, esbarrou na própria estrutura da mostra, que se organiza a partir da representação entre países. Houve quem questionasse por que, por exemplo, os Estados Unidos seriam mantidos na competição.


Sem que o impasse fosse resolvido, os cinco membros do júri renunciaram coletivamente. A saída desestabilizou o sistema de premiação e colocou em suspenso o papel dos Leões de Ouro nesta edição.

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Confira o primeiro capítulo de Ala D, livro inédito da autora best-seller Freida McFadden


Em julho, a Record vai lançar Ala D, novo livro de suspense de Freida McFadden, autora de best-sellers como A empregada. A autora, que é médica, retornou a um cenário hospitalar com essa narrativa, na qual uma estudante de medicina é designada para fazer plantão noturno na ala psiquiátrica super restrita de um hospital. O lugar vai despertar traumas profundos da protagonista, além de trazer seus próprios elementos assustadores. A Veja divulgou com exclusividade o primeiro capítulo do livro.


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Para Ronaldo Bressane, a nova obra de Banksy acende o alerta: arte engajada é um passo para o abismo


Na newsletter Invenções de Morel, Ronaldo Bressane fez uma análise da nova obra de Banksy, uma estátua que surgiu no centro de Londres. Ele falou dos muitos simbolismos presentes na obra, desde o posicionamento da figura até o material de que é feita e o mito que representa, com uma riqueza de interpretações que o fez se referir ao artista como "o grande Exu embaralhador de signos do nosso tempo". Fez, ainda, uma ponte com obras identitárias e como elas limitariam a arte.

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Rapper FBC perfila Brasil hardcore em álbum cheio de som e fúria


Em seu novo álbum Tambores, cafezais, fuzis, guaranás e outras brasilidades, o rapper FBC retrata o Brasil como um país em convulsão social, com fome, insegurança e violência estatal. Mas também fala da altivez resiliente de um povo honesto que cultua a ancestralidade. O disco une rock e rap em um estilo que Mauro Ferreira, do g1, comparou com a vida urbana: cheia de som e fúria.


Há 50 anos, Ramones lançavam seu disco de estreia


O disco Ramones 1976, primeiro da banda, acaba de completar 50 anos. Para o jornalista Jota Wagner, do Music Non Stop, até o fato de as letras da banda serem simples e juvenis era disruptivo, considerando que chegaram a dividir o palco com artistas como Patti Smith e Lou Reed. Ao mesmo tempo, o álbum de estreia já revelava seu talento no som e na estética, tornando-se um clássico que é ouvido até hoje, embora na época tenha dado prejuízo à gravadora.


Freud explica o rap do 0800 Crew


Em artigo para a Escotilha, Guylherme Custódio usa Freud para explicar rap. O grupo curitibano de rap 0800 Crew traz letras inusitadas e extremamente criativas, que Custódio relaciona com textos nos quais Freud equipara o sonhador diurno com o criador literário. Para o pai da psicanálise, "cada fantasia é uma realização de desejo, uma correção da realidade insatisfatória". E isso seria exatamente o que faz o 0800 Crew, cujas músicas mostram que é possível versar sobre os sonhos que surgem do que é real.

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David Attenborough chega aos 100 anos com saga sobre um gorila 🔒

A Netflix lançou A história de um gorila: com David Attenborough, trabalho mais recente do apresentador britânico, que completou 100 anos e continua na ativa. O documentário dá sequência a um dos encontros mais marcantes de sua carreira, com o filhote de gorila Pablo, em Ruanda. Agora, Attenborough retorna para falar sobre os descendentes e as crises que a espécie enfrentou. Para Reinaldo José Lopes, em crítica para o caderno Ambiente da Folha de S.Paulo, o maior trunfo do filme é o texto preciso e bem-humorado da narração e o inimitável brilho no olhar do narrador quando encontra os protagonistas de suas histórias. 

Mortal Kombat 2 finalmente entrega a fantasia violenta que os fãs esperavam


Após uma adaptação insatisfatória em 2021, Mortal Kombat 2 chegou aos cinemas arrumando a bagunça narrativa e entregando o que os fãs do game mais esperavam: violência, fantasia e seus personagens favoritos como protagonistas. Para Alexandre Almeida, em crítica para o Omelete, Mortal Kombat precisa ser "um espetáculo que misture artes marciais, violência e boas doses de canastrice", algo que o filme novo entrega, ao lado de muito fan service.

Hábil partideiro na vida real, Mosquito tem o perfil ideal para interpretar Zeca Pagodinho em cinebiografia


O sambista partideiro Pedro Assad Medeiros Torres, conhecido como Mosquito, foi escolhido para interpretar Zeca Pagodinho na cinebiografia dirigida por Silvio Guindane, cujas filmagens tiveram início este mês. Mosquito é inexperiente como ator, mas é um sambista afinado com o estilo do cantor e sempre foi considerado herdeiro legítimo dele. Deixa a vida me levar ainda não tem previsão de estreia nos cinemas.

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Teoria afirma que suposta IA superinteligente vinda do futuro tentou alertar sobre ataque na Casa Branca


Usuários do X criaram a teoria de que uma IA vinda do futuro teria tentado alertar sobre o tiroteio na Casa Branca em 25 de abril deste ano. A IA teria se manifestado por meio de um tweet em 2023, que dizia apenas "Cole Allen", nome do principal suspeito do atentado. Esse foi o único tweet criado pela conta, cujo perfil exibe uma imagem abstrata que os internautas têm associado a outro atentado contra Trump. No 404 Media, Jason Koebler explicou os detalhes da teoria. [Em inglês]

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ARTISTA DO DIA

Ao longo da vida, o artista autodidata canadense David Milne (1882–1953) desenvolveu um estilo único, trabalhando com tinta a óleo, aquarela e sua própria técnica de ponta-seca. Após um período pintando a serviço do Reino Unido durante a Primeira Guerra Mundial, passou o restante da vida na zona rural de Ontário, onde frequentemente ia a sua cabana ou acampava para pintar em contato com a natureza.