Taylor Swift registra marcas para sua voz e imagem em meio a preocupações com IA
Na última semana, a empresa de Taylor Swift registrou três marcas no escritório de patentes dos EUA. São dois áudios e uma fotografia da cantora, cujo registro visa proteger sua imagem em meio aos avanços da IA. A mesma estratégia já tinha sido usada pelo ator Matthew McConaughey. A reportagem do g1 lembrou que o sistema de marcas registradas não foi originalmente criado para proteger a personalidade de um indivíduo, mas que essas medidas buscam ampliar as ferramentas de defesa com o avanço da IA.
Mitú e a selva elétrica de Julián Salazar: o som que recusa ser mercadoria
O projeto Mitú, formado por Julián Salazar e Franklin Tejedor, chega a São Paulo num momento em que a eletrônica latino-americana ocupa cada vez mais espaço nos circuitos internacionais. Em entrevista exclusiva à Jacobin Brasil, Salazar falou sobre o que sustenta sua criação e sobre por que a música precisa ser seu próprio cavalo de batalha.
Ainda dá para escutar The Smiths no século 21?
No Instagram, o professor Judz, que estuda a extrema direita, analisou as polêmicas envolvendo Morrissey e questiona se é possível continuar ouvindo The Smiths nos dias de hoje. Apesar da associação inicial à esquerda, Morrissey acumula controvérsias desde os anos 1980, com declarações racistas e anti-imigração. Mas, segundo Judz, nem tudo está perdido. Em contraste ao "facho podre", o guitarrista Johnny Marr mantém posição progressista e já criticou o ex-parceiro. “Graças ao Jonny Marr, The Smiths não está condenado”, opinou o professor. |